{"id":2505,"date":"2020-12-11T16:17:48","date_gmt":"2020-12-11T19:17:48","guid":{"rendered":"http:\/\/chebeloski.com\/mao\/desvalidacao-emocional-criancas\/"},"modified":"2026-06-15T03:05:09","modified_gmt":"2026-06-15T06:05:09","slug":"desvalidacao-emocional-criancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/desvalidacao-emocional-criancas\/","title":{"rendered":"Nossas crian\u00e7as e a nossa (des)valida\u00e7\u00e3o emocional"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2505\" class=\"elementor elementor-2505\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-471aeabf e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"471aeabf\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-383f4577 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"383f4577\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"wp-block-rank-math-toc-block\">\n<nav>\n<h2>\u00cdndice<\/h2>\n<ul>\n<li><a href=\"#o-que-e\">O que \u00e9 desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#exemplos\">Exemplos comuns de desvalida\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#efeitos\">Efeitos na sa\u00fade emocional<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#como-evitar\">Como evitar a desvalida\u00e7\u00e3o emocional<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/nav>\n<\/div>\n<h2><strong>Nossas crian\u00e7as e a nossa (des)valida\u00e7\u00e3o emocional<\/strong><\/h2>\n<h2>Desvalida\u00e7\u00e3o emocional crian\u00e7as: o que \u00e9 e como evitar<\/h2>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as<\/strong> \u00e9 um tema central nas rela\u00e7\u00f5es entre pais e filhos. \u00c9 dif\u00edcil refletirmos sobre esse assunto voltado \u00e0s rela\u00e7\u00f5es pais e filhos, especialmente nesse ano de 2020, sem considerarmos tudo o que estamos -todos-, adultos e crian\u00e7as, experienciando em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pandemia&#8230; Quantas mudan\u00e7as na forma de nos relacionarmos e quantas adapta\u00e7\u00f5es tem sido necess\u00e1rias, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Todas as experi\u00eancias adversas que temos vivido, em especial nos \u00faltimos meses, traz \u00e0 tona a reflex\u00e3o sobre temas do mundo infantil ou adolescente que repercutem na vida adulta. S\u00e3o temas, situa\u00e7\u00f5es e\/ou dificuldades enfrentadas na inf\u00e2ncia que, \u00e0s vezes podem passar despercebidos e aparecem como sintoma ou, minimamente, como mem\u00f3rias de dor e sofrimento na vida adulta. Aqui falamos sobre a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.apa.org\/topics\/emotions\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>valida\u00e7\u00e3o emocional<\/strong><\/a>, que&nbsp;envolve reconhecer e aceitar sentimentos e emo\u00e7\u00f5es de outra pessoa sem que necessariamente&nbsp; concordemos com ela.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o quer dizer que sentimos do mesmo modo, ou que concordamos com a forma da pessoa perceber o mundo ou compreender as pessoas, mas <em>validamos<\/em> o que ela sente. Para simplificar, pode-se pensar na situa\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a que chora. Podemos considerar que o motivo que leva a crian\u00e7a a chorar seja bobo, sem import\u00e2ncia (e vale lembrar que algumas crian\u00e7as s\u00e3o mais chorosas do que outras. Isso \u00e9 um fato, mas \u00e9 assunto para outro texto); mas ao dizer <em>\u201cn\u00e3o \u00e9 nada\u201d, \u201cn\u00e3o \u00e9 motivo pra chorar\u201d,<\/em> ou <em>\u201cengole esse choro\u201d,<\/em> \u00e9 como dizer \u00e0 crian\u00e7a que sua dor n\u00e3o existe, ou que n\u00e3o \u00e9 importante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quantos de n\u00f3s, adultos, j\u00e1 ouvimos isso quando crian\u00e7as, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Ainda, n\u00e3o raro, ouviremos de algu\u00e9m <em>\u201cAh, mas isso me fez forte!\u201d<\/em> ou <em>\u201cMas eu n\u00e3o morri!\u201d <\/em>Poder\u00edamos pensar em como teria sido essa hist\u00f3ria se o acolhimento estivesse presente, ou em como efetivamente essa pessoa se sentiu quando buscava acolhimento e teve que ser forte por si mesma, independente de ter recursos emocionais suficientes para isso. Estamos falando de crian\u00e7as, lembram? Vale considerar ainda, que somos diferentes e precisamos ser compreendidos naquilo que sentimos! Lembram das crian\u00e7as mais chorosas que outras?<\/p>\n<p>Vamos pensar em uma situa\u00e7\u00e3o bastante comum na inf\u00e2ncia, quando uma crian\u00e7a que cai, esfola o joelho e, sentindo dor, busca o socorro de um adulto e ouve a malfadada frase \u201c<em>Isso n\u00e3o \u00e9 nada\u201d&#8230;<\/em> Como assim, n\u00e3o \u00e9 nada? Quem somos n\u00f3s, adultos, para dizermos que a dor da crian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 do\u00edda o suficiente? S\u00f3 porque n\u00e3o doeu em n\u00f3s? Ou porque se n\u00f3s, adultos, sofr\u00eassemos aquela dor, seria uma \u201cdorzinha\u201d? \u00c9 quase dizermos que \u201c<em>N\u00e3o! N\u00e3o! Essa dor n\u00e3o d\u00f3i! Nem \u00e9 dor!\u201d<\/em> Que papo mais louco, n\u00e3o? Ok, n\u00e3o \u00e9 preciso acionar o 911 para isso! Rsrsrs&#8230; Mas as m\u00e3es leitoras desse texto lembrar\u00e3o do <em>\u201cm\u00e1gico e poderoso poder curativo do beijo da m\u00e3e no machucado do filho\u201d &#8230;<\/em> Quanto conforto naquele afago da m\u00e3e (e pode ser qualquer adulto que acolha a crian\u00e7a) que diz <em>\u201ceu sei que est\u00e1 doendo, vai passar. At\u00e9 l\u00e1, eu estou aqui contigo!\u201d<\/em> \u00c9 o gesto que, mais do que curar a dor f\u00edsica propriamente dita, cura a necessidade de acolhimento que a crian\u00e7a expressa no momento. O mesmo vale quando o medo que os pequenos sentem <em>\u201cnem \u00e9 pra tanto\u201d &#8230;<\/em> Mas o medo \u00e9 dele, n\u00e3o meu. Como posso dimensionar que <em>\u00e9 pra tanto<\/em> ou n\u00e3o? Quando negamos o que a crian\u00e7a sente (\u00e9 a desvalida\u00e7\u00e3o emocional), favorecemos o sentimento de inadequa\u00e7\u00e3o no outro e n\u00e3o ajudamos a crian\u00e7a a estabelecer a diferen\u00e7a entre as emo\u00e7\u00f5es positivas ou negativas, entre o prazeroso e o que provoca dor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as ocorre quando seus sentimentos s\u00e3o negados ou minimizados. Deste modo, a crian\u00e7a pode crescer percebendo a si mesmo como errada no ambiente, porque n\u00e3o consegue interpretar adequadamente o que sente, o que vivencia (e isso, n\u00f3s, psic\u00f3logos ouvimos muito dos adultos que nos procuram). Ou quando o adolescente, vivendo a dor de uma decep\u00e7\u00e3o amorosa (quem nunca?), dizemos: <em>\u201cEsquece! Outras vir\u00e3o\u201d,<\/em> ou <em>\u201cAmanh\u00e3, voc\u00ea nem lembra mais, igual a ele tem um milh\u00e3o no mundo\u201d&#8230;<\/em> Ora, pode ser que amanh\u00e3, de fato o(a) jovem se reapaixone e tenha esquecido a dor desse amor, mas hoje, d\u00f3i! E se d\u00f3i, precisa ser validado! A partir de situa\u00e7\u00f5es como essa, mais dif\u00edcil se torna lidar com isso. \u00c0s vezes, a crian\u00e7a ou o adolescente s\u00f3 precisa sentir-se compreendido e, antes, respeitado frente ao que sente. Do contr\u00e1rio, educamos para a anula\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es, o que na adolesc\u00eancia e vida adulta, pode ser muito prejudicial e mesmo perigoso!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A gente s\u00f3 \u00e9 capaz de medir a intensidade da dor que sentimos na nossa pr\u00f3pria pele. O resto, \u00e9 mera especula\u00e7\u00e3o! \u00c9 assim tamb\u00e9m na vida adulta, mas quando se trata de uma crian\u00e7a, validarmos sua emo\u00e7\u00e3o \u00e9 algo de grande relev\u00e2ncia para a constru\u00e7\u00e3o do auto-reconhecimento das emo\u00e7\u00f5es e at\u00e9 mesmo para o desenvolvimento da empatia. Quando eu digo para a crian\u00e7a que eu entendo que ela est\u00e1 com dor, chateada, triste ou com raiva, eu estou dizendo que ela est\u00e1 autorizada a sentir o que sente! Porque afinal, ela sente! Ponto!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao validar a dor do outro, reconhecemos que mesmo que n\u00e3o doa em n\u00f3s, pode doer nele, o que favorece a express\u00e3o emocional, cada vez mais adequada. Quando dizemos \u00e0 crian\u00e7a que entendemos sua dor, ensinamos que ela pode ficar triste ou braba, porque afinal, sentir tristeza, raiva ou frustra\u00e7\u00e3o definitivamente, n\u00e3o \u00e9 errado. A grande quest\u00e3o, mesmo no mundo adulto, \u00e9 o que fazer com isso. Pode ficar brabo porque o irm\u00e3o pegou o brinquedo sem pedir? Claro que pode! Agoooora&#8230; O que fazer com isso, s\u00e3o outros 500! Pode brigar, bater, ofender? Claro que n\u00e3o! A\u00ed, temos uma importante oportunidade para desenvolver pr\u00e1ticas de respeito, arrependimento, compaix\u00e3o, empatia, repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E isso faz uma diferen\u00e7a enorme na vida adolescente e adulta, pois vamos desenvolvendo nas crian\u00e7as o exerc\u00edcio de refletir sobre as emo\u00e7\u00f5es, delas e dos outros! Quantos de n\u00f3s, n\u00e3o esperamos que algu\u00e9m que nos diga, vez ou outra, que est\u00e1 tudo bem n\u00e3o nos sentirmos 100% em 100 % do tempo, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Ao trabalharmos a valida\u00e7\u00e3o emocional, favorecemos a no\u00e7\u00e3o de empatia, palavrinha <em>fashion <\/em>hoje em dia, mas t\u00e3o pouco, verdadeiramente, praticada nos dias de hoje&#8230; Reconhecendo o que sentimos, \u00e9 mais f\u00e1cil dimensionar o que realmente vale \u00e0 pena se incomodar na vida. E esse aprendizado levamos pela vida afora, tanto individualmente quanto em rela\u00e7\u00e3o ao outro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pergunta que fa\u00e7o \u00e9 \u201cisso \u00e9 mesmo t\u00e3o ruim e definitivo, a ponto de tirar a minha paz e estragar o meu dia?\u201d(outro exerc\u00edcio poss\u00edvel de fazermos com os pequenos) ou apesar da dificuldade, frustra\u00e7\u00e3o ou raiva moment\u00e2nea, ainda assim,&nbsp; \u00e9 poss\u00edvel manter a alegria de viver? Fica o questionamento, na tentativa de sermos mais acolhedores e menos ju\u00edzes. E que possamos construir mais pontes e menos muros entre n\u00f3s!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>https:\/\/maesamigasdeorlando.com\/seu-filho-pode-ir-para-um-abrigo-do-governo-se-voce-nao-fizer-isso\/ Para mais dicas sobre a sa\u00fade dos seus filhos, confira nosso <a href=\"https:\/\/maesamigasdeorlando.com\/pediatra-orlando-maes-brasileiras-2026\/\">guia completo sobre pediatras em Orlando<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2 id=\"o-que-e\">O que \u00e9 desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as?<\/h2>\n<p>A desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as ocorre quando os sentimentos da crian\u00e7a s\u00e3o ignorados, minimizados ou rejeitados pelos adultos ao redor. Entender esse conceito \u00e9 fundamental para qualquer m\u00e3e que deseja criar filhos emocionalmente saud\u00e1veis.<\/p>\n<h2 id=\"exemplos\">Exemplos comuns de desvalida\u00e7\u00e3o emocional com crian\u00e7as<\/h2>\n<p>A desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as pode acontecer de formas sutis no dia a dia: dizer &#8220;para de chorar por isso&#8221;, &#8220;voc\u00ea est\u00e1 exagerando&#8221; ou &#8220;menino n\u00e3o chora&#8221; s\u00e3o exemplos cl\u00e1ssicos que ensinam \u00e0 crian\u00e7a que seus sentimentos n\u00e3o s\u00e3o v\u00e1lidos.<\/p>\n<h2 id=\"efeitos\">Efeitos da desvalida\u00e7\u00e3o emocional nas crian\u00e7as<\/h2>\n<p>Quando a desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as \u00e9 frequente, pode gerar baixa autoestima, dificuldade em identificar e expressar emo\u00e7\u00f5es, e problemas de relacionamento na vida adulta. \u00c9 importante que pais e cuidadores tomem consci\u00eancia desse padr\u00e3o para quebr\u00e1-lo.<\/p>\n<h2 id=\"como-evitar\">Como evitar a desvalida\u00e7\u00e3o emocional com as crian\u00e7as<\/h2>\n<p>Para evitar a desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as, pratique a escuta ativa, valide os sentimentos mesmo que voc\u00ea discorde do comportamento, e use frases como &#8220;entendo que voc\u00ea est\u00e1 triste&#8221; ou &#8220;\u00e9 normal sentir raiva \u00e0s vezes&#8221;. Pequenas mudan\u00e7as na comunica\u00e7\u00e3o fazem grande diferen\u00e7a no desenvolvimento emocional do seu filho.<\/p>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdndice O que \u00e9 desvalida\u00e7\u00e3o emocional em crian\u00e7as Exemplos comuns de desvalida\u00e7\u00e3o Efeitos na sa\u00fade &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4130,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[549,550,551],"tags":[663,690,922,1021],"class_list":["post-2505","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-novidades","category-psicologia","category-saude-e-atendimento-medico","tag-cuidados","tag-educacao","tag-psicologia-infantil","tag-validacao-emocional"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2505","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2505"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2505\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5044,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2505\/revisions\/5044"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4130"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/chebeloski.com\/mao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}